
CONTEÚDO EXCLUSIVO
Programação
A programação do Fórum Concessões e PPPs foi desenvolvida para discutir os principais desafios que impactam a estruturação, a contratação e a gestão de projetos de infraestrutura. Por meio de masterclasses e estudos de caso, especialistas compartilharão experiências práticas sobre modelagem financeira, matriz de riscos, atração de investidores, gestão contratual, reequilíbrio econômico-financeiro e inovação aplicada ao setor, integrando perspectivas jurídico-regulatórias, econômico-financeiras e de engenharia para proporcionar uma visão abrangente sobre os fatores que influenciam o sucesso das concessões e PPPs no Brasil. Programação preliminar sujeita a alterações.
09:00 | PAINEL DE ABERTURA
O mercado de PPPs e concessões até 2031: O que pode mudar com o próximo Presidente
da República?
Em 2027, o Brasil terá um novo presidente, ministros e secretários, além de novos governadores, justamente em um momento em que estados e municípios dependem cada vez mais das concessões e PPPs para viabilizar investimentos em infraestrutura.
A continuidade dos programas de concessões, a estabilidade regulatória e a capacidade de atrair investimentos privados estarão diretamente ligadas às prioridades do próximo governo federal e dos governos estaduais.
Este painel reunirá representantes e candidatos para apresentar e debater quais serão as prioridades para infraestrutura entre 2027 e 2031 e como garantir previsibilidade para investidores, reguladores e gestores públicos diante das mudanças de governo.
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O mercado de PPPs continuará crescendo?
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Como reduzir os impactos das mudanças de orientação política?
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O papel das agências reguladoras está protegido?
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Como evitar conflitos entre órgãos de controle e gestores públicos?
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Como acelerar licenças e aprovações?
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Como será a relação interfederativa com governadores e prefeitos?
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10:00 | coffee e networking
10:30 | MASTERCLASS - INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL NA INFRAESTRUTURA
Os conceitos que você precisa entender e como estão sendo implementados no Brasil -
Como transformar dados e inteligência artificial em ganhos reais de eficiência para os contratos de infraestrutura?
A Inteligência Artificial já está transformando a forma como ativos de infraestrutura são operados, monitorados e mantidos. O que até pouco tempo era visto como inovação agora começa a gerar ganhos concretos de eficiência, redução de custos e melhoria dos serviços em rodovias, aeroportos, saneamento e mobilidade urbana.
Mais do que apresentar conceitos, esta sessão mostrará aplicações reais já em operação no Brasil e discutirá como a IA pode impactar a próxima geração de concessões e PPPs.
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A IA deve ser tratada como investimento obrigatório nas futuras concessões?
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Como remunerar ganhos de eficiência gerados por IA nos contratos de PPP?
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O poder concedente está preparado para fiscalizar ativos cada vez mais digitais?
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Como ficam governança, segurança cibernética e proteção de dados em contratos de longo prazo?
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11:30 | AULA E ESTUDO DE CASO 01 - ESTRUTURAÇÃO DE PROJETOS
Como estruturar projetos maduros que atraiam o mercado
Nos últimos anos, estados e municípios produziram centenas de PMIs e estudos de viabilidade. Apesar disso, uma parcela significativa desses projetos nunca chegou ao mercado ou precisou ser completamente reformulada antes da publicação do edital.
Esta sessão analisará os principais erros que comprometem a atratividade dos projetos e apresentará soluções de como aumentar a bancabilidade e capacidade de execução.
Pergunta central: Por que tantos PMIs e estudos não conseguem se transformar em projetos atrativos para investidores e financiadores?
Os principais fatores incluem:
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dados insuficientes ou desatualizados;
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estudos de demanda frágeis;
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engenharia pouco desenvolvida;
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ausência de testes de mercado;
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riscos mal mapeados;
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baixa bancabilidade;
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falta de capacidade institucional do poder concedente.
Como aparece na prática
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editais sem interessados;
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republicação de licitações;
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PMIs que nunca evoluem para concessões;
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necessidade de reestruturação antes da contratação.
Potenciais soluções que serão apresentadas
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Implementação de processos formais de: Market Sounding; Roadshows com investidores; Consultas preliminares e Discussões com financiadores.
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Estruturação, antes da licitação em inventário de ativos; georreferenciamento; cadastro técnico e diagnóstico operacional
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Construção de projetos financiáveis, e não apenas licitáveis
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Preparação da governança antes da assinatura para ter contratos mais estáveis; menos conflitos e maior confiança dos investidores.
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Qualificar a matriz de riscos para ter mais interessados; menor custo de capital e contratos mais sustentáveis.
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O PMI está gerando estudos ou projetos?
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Como validar um projeto com investidores antes da licitação?
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O que define a maturidade de um projeto?
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Como aumentar a bancabilidade?
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13:00 | Intervalo para almoço
14:00 | AULA E ESTUDO DE CASO 02 - MODELAGEM FINANCEIRA E MATRIZ DE RISCOS
Como fazer modelagens econômico-financeiras e matriz de riscos
Como estruturar contratos capazes de permanecer sustentáveis durante 20 ou 30 anos?
Inflação, juros elevados, mudanças regulatórias e variações de demanda colocaram à prova diversos contratos nos últimos anos. Muitos projetos que pareciam financeiramente sólidos na fase de licitação enfrentaram dificuldades poucos anos após sua assinatura. Em muitos casos, os contratos são estruturados para vencer o leilão, mas não necessariamente para sobreviver ao longo do ciclo de concessão.
Esta sessão discutirá como construir contratos mais resilientes e quais erros continuam se repetindo na modelagem econômico-financeira dos projetos.
Os desafios mais frequentes incluem:
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projeções de demanda irreais;
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CAPEX subestimado;
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riscos mal alocados;
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eventos macroeconômicos não previstos;
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desequilíbrios estruturais desde a assinatura.
Como aparece na prática
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contratos financeiramente pressionados poucos anos após o início;
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dificuldade de obtenção de financiamento;
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revisões constantes de investimentos;
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aumento da percepção de risco pelos investidores.
Potenciais soluções que serão apresentadas:
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Construção de modelagens mais conservadoras e aderentes à realidade
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Modernização da matriz de riscos
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Criação de mecanismos de adaptação ao longo do contrato
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Incentivar para que os contratos sejam mais financiáveis, aperfeiçoando garantias; melhorando mecanismos de pagamento e reduzindo riscos regulatórios.
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Profissionalização dos processos de reequilíbrio com metodologias padronizadas; protocolos claros; câmaras técnicas e mecanismos rápidos de resolução de conflitos.
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O que torna uma modelagem confiável?
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Quais riscos devem permanecer com o poder concedente?
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Como os financiadores analisam a matriz de riscos?
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Como construir contratos mais resilientes?
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15:30 | coffee e networking
16:00 | AULA E ESTUDO DE CASO 03
GESTÃO CONTRATUAL, FISCALIZAÇÀO E REEQUILÍBRIO ECONÔMICO-FINANCEIRO
O que acontece quando o contrato sai do papel e entra na operação?
Grande parte dos desafios das PPPs não acontece na licitação, mas durante a execução do contrato. Indicadores mal definidos, fiscalização insuficiente e processos lentos de reequilíbrio têm gerado conflitos recorrentes entre poder concedente e concessionárias.
Esta sessão abordará os desafios da gestão contratual e as práticas que podem reduzir disputas e aumentar a eficiência da operação.
Os principais problemas observados são:
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KPIs difíceis de medir;
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indicadores subjetivos;
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baixa capacidade de fiscalização;
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conflitos entre concessionária e poder concedente;
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demora na análise dos pleitos de reequilíbrio;
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judicialização e arbitragem.
Como aparece na prática
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divergências sobre medições;
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discussão sobre pagamento por desempenho;
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conflitos regulatórios;
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pedidos recorrentes de reequilíbrio;
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aumento dos custos de transação.
Potenciais soluções que serão apresentadas:
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Construção de indicadores simples, objetivos e auditáveis para redução de conflitos; maior transparência e pagamentos mais previsíveis.
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Fortalecimento do papel do verificador independente para maior credibilidade dos dados; decisões mais técnicas causando menor judicialização.
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Digitalização da gestão contratual para maior controle; respostas mais rápidas; e redução de custos operacionais.
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Profissionalização dos processos de reequilíbrio implementando metodologias padronizadas; fluxos claros de análise; câmaras técnicas permanentes e arbitragem especializada.
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Criação da capacidade institucional permanente estruturando unidades permanentes de PPPs; equipes técnicas especializadas; manuais e processos padronizados; programas de capacitação contínua para preservação da memória institucional; maior qualidade da fiscalização e estabilidade dos contrato.
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Como construir KPIs auditáveis?
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Qual o papel do verificador independente?
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Como tratar pedidos de reequilíbrio sem judicialização?
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Como fortalecer a gestão contratual dos municípios?
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